22 de Dezembro Solstício de Inverno
" 21 a 23 de Dezembro: Solstício de Inverno
O sol está no seu menor grau, é a noite mais longa do ano. No meio da escuridão,... há uma esperança na renovação solar que em algumas tradições pagãs assume a simbologia da criança renascida. Honra-se a Deusa Mãe que dá à luz o seu filho, o Sol. É tempo de festas de comemoração e incentivo a esse renascimento decorando as casas com ramos de árvores perenes e acendendo o fogo da lareira. No exterior fazem-se danças à volta da fogueira que simboliza a luz e o calor necessários à vida e cultiva-se a árvore que representa a resistência à morte simbolizada pela escuridão e o frio do Inverno.
Por esta altura, dependendo da Lua, na região norte da Ibéria os Velhos reúnem-se…
(PFI Portugal)
" 21 a 23 de Dezembro: Solstício de Inverno
O sol está no seu menor grau, é a noite mais longa do ano. No meio da escuridão,... há uma esperança na renovação solar que em algumas tradições pagãs assume a simbologia da criança renascida. Honra-se a Deusa Mãe que dá à luz o seu filho, o Sol. É tempo de festas de comemoração e incentivo a esse renascimento decorando as casas com ramos de árvores perenes e acendendo o fogo da lareira. No exterior fazem-se danças à volta da fogueira que simboliza a luz e o calor necessários à vida e cultiva-se a árvore que representa a resistência à morte simbolizada pela escuridão e o frio do Inverno.
Por esta altura, dependendo da Lua, na região norte da Ibéria os Velhos reúnem-se…
(PFI Portugal)
A palavra solstício vem do latim "sol" e “sistere "que não se move". O Solstício de Inverno é o dia mais pequeno e a noite mais longa do ano e pode ocorrer de 21 a 23 de Dezembro. Este festival é também conhecido por Yule e Alban Arthan. A partir desta data, os dias começam novamente a crescer, marcando o fim da “escuridão”. O Solstício de Inverno é um dos dias mais importantes, uma vez que os mortos e outros seres do lado escuro viajam mais livremente, o Inverno chega e os humanos estão mais perto do mundo dos espíritos. Jölföðr (Pai Yule) e Jölnir (Yule) são nomes de Odin. Há quem diga que ele é a figura original que oferecia presentes. Antes da Era Victoriana, o velhinho de barba branca, gordo e sorridente, popularizado como Pai Natal, era uma figura alta e magra, vestindo uma capa negra e não vermelha e branca. Antigas lendas descrevem-no montado num cavalo branco (lembrando Odin) e não num trenó puxado por renas.
A tradição cristã do pinheiro de Natal tem também origem na celebração pagã. As famílias pagãs traziam uma àrvore viva para casa para que os Espíritos do bosque tivessem um lugar para se aquecer durante os rigores do Inverno e eram colocados sinos nos galhos a fim de se saber quando um Espírito estava presente. Comida e doçarias eram penduradas nos ramos a fim de alimentar os Espíritos e o pentagrama era colocado no topo da árvore. As cores da época eram o vermelho e o verde e também eram trocados presentes. Muitas decorações natalícias têm origem pagã.
O Solstício de Inverno representa o renascimento da luz. Este festival coincide quase com a festa cristã, o Natal, festa essa que em tempos era celebrada diversas vezes, em diferentes alturas do ano. A escolha do dia 25 de Dezembro foi feita pelo Papa Júlio I no séc. IV a.c., por coincidir com as festividades pagãs do Solstício de Inverno, pelo que a verdadeira intenção era substituir a celebração pagã pela cristã.
O Solstício é celebrado pelo fogo e muitos ainda mantêm a tradição da queima da acha, que deverá ser de carvalho ou pinheiro. Se o fizerem, desenhem sobre ele a figura do Sol ou do Deus Cornífero e acendam-na na lareira ao entardecer, no Yule, sendo essa uma representação do renascimento do Deus Sol dentro do fogo sagrado da Deusa. À medida que a acha arde, visualizem o Sol a brilhar lá dentro e pensem na chegada dos dias mais amenos. Tradicionalmente um pequeno pedaço que reste da acha será guardado durante o ano para proteger a nossa casa e também para ajudar a queimar a acha do próximo Solstício de Inverno.
Decoração:
Azevinho, guirlandas, pinhas, frutas
Alimentos tradicionais:
Peru assado, carne de porco, nozes, bolos de fruta, bolos de castanhas embebidos em cidra, castanhas assadas, maçãs e pêras, gemada e vinho quente com especiarias, chás de gengibre e hibísco.
Incensos:
Louro, cedro, canela, pinho e alecrim.
Cores das velas:
Vermelho, verde, dourada, branca, amarela, prateada.
Pedras preciosas:
Olho-de-gato, rubi, esmeralda, diamante
Ervas ritualísticas tradicionais:
Louro, camomila, alecrim, salva, zimbro, cedro, sempre-viva, cardo santo, olíbano, azevinho, visco, musgo, carvalho e pinhas.
Este é o tempo de traçar novos objectivos, reencontrar esperanças, clamar aos Deuses que rejuvenesçam os nossos corpos e corações, a fim de que nos dêem forças para nos libertarmos de coisas antigas e desgastadas e deixar velhas mágoas para trás. É tempo de descobrirmos a criança existente dentro de nós e renascermos na pureza e alegria. Encontremos-nos com a Luz e compreendamos que tudo é cíclico na nossa existência.
Este ano o Solstício de Inverno ocorre no dia 22 de Dezembro às 4.48h.
Boas celebrações e abençoados sejam!"
Texto de Paula Correia
A tradição cristã do pinheiro de Natal tem também origem na celebração pagã. As famílias pagãs traziam uma àrvore viva para casa para que os Espíritos do bosque tivessem um lugar para se aquecer durante os rigores do Inverno e eram colocados sinos nos galhos a fim de se saber quando um Espírito estava presente. Comida e doçarias eram penduradas nos ramos a fim de alimentar os Espíritos e o pentagrama era colocado no topo da árvore. As cores da época eram o vermelho e o verde e também eram trocados presentes. Muitas decorações natalícias têm origem pagã.
O Solstício de Inverno representa o renascimento da luz. Este festival coincide quase com a festa cristã, o Natal, festa essa que em tempos era celebrada diversas vezes, em diferentes alturas do ano. A escolha do dia 25 de Dezembro foi feita pelo Papa Júlio I no séc. IV a.c., por coincidir com as festividades pagãs do Solstício de Inverno, pelo que a verdadeira intenção era substituir a celebração pagã pela cristã.
O Solstício é celebrado pelo fogo e muitos ainda mantêm a tradição da queima da acha, que deverá ser de carvalho ou pinheiro. Se o fizerem, desenhem sobre ele a figura do Sol ou do Deus Cornífero e acendam-na na lareira ao entardecer, no Yule, sendo essa uma representação do renascimento do Deus Sol dentro do fogo sagrado da Deusa. À medida que a acha arde, visualizem o Sol a brilhar lá dentro e pensem na chegada dos dias mais amenos. Tradicionalmente um pequeno pedaço que reste da acha será guardado durante o ano para proteger a nossa casa e também para ajudar a queimar a acha do próximo Solstício de Inverno.
Decoração:
Azevinho, guirlandas, pinhas, frutas
Alimentos tradicionais:
Peru assado, carne de porco, nozes, bolos de fruta, bolos de castanhas embebidos em cidra, castanhas assadas, maçãs e pêras, gemada e vinho quente com especiarias, chás de gengibre e hibísco.
Incensos:
Louro, cedro, canela, pinho e alecrim.
Cores das velas:
Vermelho, verde, dourada, branca, amarela, prateada.
Pedras preciosas:
Olho-de-gato, rubi, esmeralda, diamante
Ervas ritualísticas tradicionais:
Louro, camomila, alecrim, salva, zimbro, cedro, sempre-viva, cardo santo, olíbano, azevinho, visco, musgo, carvalho e pinhas.
Este é o tempo de traçar novos objectivos, reencontrar esperanças, clamar aos Deuses que rejuvenesçam os nossos corpos e corações, a fim de que nos dêem forças para nos libertarmos de coisas antigas e desgastadas e deixar velhas mágoas para trás. É tempo de descobrirmos a criança existente dentro de nós e renascermos na pureza e alegria. Encontremos-nos com a Luz e compreendamos que tudo é cíclico na nossa existência.
Este ano o Solstício de Inverno ocorre no dia 22 de Dezembro às 4.48h.
Boas celebrações e abençoados sejam!"
Texto de Paula Correia
Inspiração 😃
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